sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Elegante Egoísta


A quem confiarei o pecado de ser eu
tão orgulhoso de mim, tão alegre com o espelho?
A quem direi que da vaidade
gozo o de mais puro, perdido em seu seio?

E a quem falarei que dentre os demônios
o mais inquieto, infalível e mordaz
repousa não lá, mas cá
perdido num tormento voraz?

Imagino que a nínguem.
Já que o horror, o ego sem cor
mais terrível que o pior dragão
diante de si mesmo, só leva a perdição

Pois então, que repouse em paz,
semblante adormecido, triste.
Viaje perdido nos caminhos fúteis
E da alma, vê se me deixa livre!


RF

sábado, 3 de outubro de 2009

19!


Acabou os 18, e ai!?
Bom, acho que ainda estou aqui!

Mas diga, o que teve de bom?
Serve um aperto de mão?

Não, não, eu falo da experiência, do mundo...
Se eu ainda me chamasse Raimundo...

Enfim, e agora como vai ser?
Sei lá... Há muito o que fazer!

RF